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A beleza tóxica existe?

30 de abr. de 2023
2 min de leitura


Na maior parte dessa última década criando conteúdo, praticando, palestrando, enfim, sempre que levava a “palavrinha” do consumo consciente e da beleza natural por aí, eu evitava usar o termo TÓXICO.


Não por medo de críticas do outro lado. Mas pelo claro objetivo de optar por exagerar mesmo no cuidado e responsabilidade com um tema delicado e sem verdades absolutas. É que um termo de impacto como este engaja, gera cliques e discussões, Logo, poderia gerar medos & mitos a partir de discussões rasas e interpretações apressadas movidas a sensacionalismo.


Por isso eu venho optando por usar o termo SUSPEITO ao me referir a substâncias e formulações cosméticas relacionadas a efeitos negativo.


"Suspeitos", eu pensava (e ainda penso), jádiz o bastante e é, por si só, um convite a repensar o que estamos colocando na nossa pele e deixando escorrer pelo ralo.


Mas a questão é que, ao longo desses anos, refletindo e estudando sobre sustentabilidade, autoconhecimento, regeneração, entendi que a toxicidade está mais ainda na conduta que envolve todo o ecossistema de indústria de cosméticos convencionais.


Além do uso de ingredientes nocivos porque são mais baratos e, logo, lucrativos, e falta de cuidado com o gerenciamento de resíduos durante a fabricação de produtos, podemos incluir ainda: falta de transparência, comunicação apelativa, greenwashing, uso de gatilhos mentais sustentados pela fragilidade feminina; criação de necessidades irreais, pádrões irreais...


O efeito disso tudo é uma auto-estima fragilizada, uma relação pouco íntima com o próprio corpo e uma dependência de um cuidado movido ao consumo. Como não considerar isso tudo tóxico?


Venho falando que a a toxicidade, também, está na maneira como percebemos, consumimos e nos relacionamos com beleza.

Por isso costumo dizer que beleza consciente (que inclui a natural e limpa) é uma jornada, e não apenas trocar um produto convencional por outro chamado clean.


Até porque a própria indústria da beleza verde, em alguns casos, também tem suas condutas duvidosas. E é por isso que, na maioria das vezesm digo que sou ativista pela beleza consciente, muito mais do que da beleza limpa e natural. Mas isso é assunto para outro texto...


Por hora, deixo o convite para a minha aula aberta no próximo dia 5\2 terça-feira, às 20h online. Com o tema "Da beleza tóxica à beleza consciente", vou tratar desse tema, além de passar pelos principais passos para praticara beleza natural\limpa\sustentável. As inscrições gratuitas podem ser feitas aqui.




50 comentários


Stig Tom
Stig Tom
28 de out.

The question of whether “toxic beauty” exists is worth asking, especially when clean beauty and conscious attitude can so easily become another set of pressures. I liked how this post frames consumption as something to reflect on rather than simply buy into. It made me think about how toxicity also appears in emotional narratives—recently I came across a horror visual novel where love turns into a nightmare, with 20 endings to unlock. If that theme interests you, The False Sun story explained is a thoughtful read.

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Stig Tom
Stig Tom
28 de out.

This piece raises such an important question about toxic beauty—not only harsh ingredients, but also the exhausting pressure to chase impossible standards. I like how clean beauty here connects to a broader conscious attitude and simple rituals. For me, small mental breaks matter too: I’ve been using Poople Unlimited for quick word-ladder puzzles when I need to reset without a screen full of ads or downloads. It fits the same idea of choosing calmer, more intentional routines.

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Stig Tom
Stig Tom
28 de out.

Great question—toxic beauty absolutely can exist, not just in products but in the pressure to chase impossible standards. I appreciate how this space connects clean beauty with conscious attitude and practical rituals rather than guilt. After diving into heavier topics like conscious protectors, I like to reset with a playful geography break: https://playworldguesser.com/ drops you into random street views and asks you to guess where you are. It’s free, no sign-up, and surprisingly addictive.

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Stig Tom
Stig Tom
28 de out.

The discussion around toxic beauty and clean beauty is important, but conscious living doesn’t have to be all seriousness. After reading about renaturalization and conscious protectors, I like to unwind with something simple and low-pressure. I’ve been using this PolyTrack controls guide to improve my laps during short breaks: playpolytrack.com/guides/polytrack-controls. It’s free, browser-based, and a nice reminder that mindful routines can include play, not just product swaps.

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James Jhonson
James Jhonson
21 de out.

This is a useful contribution for anyone searching for straightforward information about the subject. The article covers the main points clearly and maintains a good flow. I appreciate the effort involved in preparing content that is both readable and informative.

tiranga game

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