Skin Food: mais que hidratação, nutrição para a pele




.Conteúdo patrocinado- com  Weleda Brasil.


Com uma tradução livre de “alimento para pele”, o termo Skin Food tem ganhado fama no universo da beleza clean – afinal não há como nutrir a pele com associação de ingredientes suspeitos. A verdade é que a expressão me remete a muitas referências que desenham a rotina de cuidados pessoais que levo hoje. E uma delas vem do Ayurveda, um sistema milenar de medicina, cujo conjunto de saberes tem um conselho muito popular: passarmos na pele apenas o que fosse seguro comer.


Não precisamos ser tão literais assim, – embora a palavra também possa remeter às receitas caseiras com frutas e óleos! Com o auxílio da natureza, Skin Food diz respeito a ingredientes cosméticos que nutrem, ou seja, levam da pele para dentro ingredientes importantes para nosso organismo que, claro, se refletem em uma pele luminosa, macia e saudável. É o conceito natural com um potencial cosmético incrível.


Anatomia de um cosmético skin food

Para começar, ingredientes suspeitos não cabem em uma composição que “alimenta”. Aliás, este é um dos motivos pelos quais as fórmulas naturais tem maior potencial cosméticos – até mesmo considerando a melhor biodisponibilidade com o nosso orgânico.

“Elas não só  hidratam, como dependendo dos ingredientes, como manteiga, ceras e óleos vegetais, vão além. Nutrem, além de repor água e ter ação de barreira protetora”, explica a dermatologista Patricia Silveira.


Diferença entre hidratação e nutrição

Aliás, vamos aproveitar e esclarecer uma dúvida muito comum?! Nutrição é diferente de hidratação?  “A hidratação é a reposição de água para a epiderme e extrato córneo, camadas mais superficiais da pele que não tem circulação sanguínea”, explica a médica. Segundo ela, hidratamos a pele com água e com ingredientes que atraem água, como ácido hialurônico e glicerina. Óleos vegetais entram evitando a evaporação e mantendo a umidade natural da pele por mais tempo.

“A nutrição é capaz de interferir no funcionamento da pele, a hidratação somente na aparência.” – Patricia Silveira 

Já a nutrição depende de ingredientes mais ricos que contenham vitaminas, minerais e antioxidantes com capacidade de permeabilidade suficiente para penetrarem mais profundamente e serem aproveitados pelas células.

Vale mencionar as vitaminas A, E, C , B3 polifenóis , magnésio, selênio, zinco, que ajudam no metabolismo de muitas formas, por exemplo, melhorando a cicatrização da pele, a renovação celular e até  controlando a inflamação ou a produção de óleo pelas glândulas. Falta de brilho, opacidade, descamação, inflamações são sinais de que a pele está precisando de nutrição.


O Skin food, literalmente



Na primeira pesquisa por um site de busca, o termo “skin food” levará justamente a um ícone deste conceito da cosmética consciente: o creme de nutrição intensiva multifuncional Skin food, da Weleda. Ele foi desenvolvido em 1926, mas como clássicos nunca saem de moda, ele continua sendo um best-seller e frequentemente é mencionado por celebridades como as cantoras Adele e Rihanna, e as atrizes Julia Roberts e a estilista Victoria Beckham.

Tive a minha experiência com o produto assim que ele chegou ao Brasil, em 2015 – até contei por aqui. O potencial nutritivo é tanto que ele vem numa bisnaguinha de 30ml (além da versão 75ml) e dura bastante.


Ele é um ótimo aliado hidratação, nutrição e proteção de regiões secas e ásperas, como os pés, mãos, cotovelos e joelhos. Mas também pode ser usado em áreas ressecadas do rosto. Eu já cheguei a contar aqui, por exemplo, que já usei em volta do nariz  e dos olhos em dias de resfriado forte, quando estas áreas tendem a ficar irritadas e avermelhadas, sabe?! Segundo o time de especialistas da marca, ele também atua como pós-sol e é um ótimo aliado para acalmar a pele a pós a depilação.


A fórmula que “alimenta”


São quatro princípios ativos: calêndula e camomila – com ação calmante, emoliente e refrescante; amor-perfeito – com ação reparadora, que proporciona suavidade à pele seca e ressecada; e alecrim – com ação revitalizante e tonificante. Além de outras vitaminas nutridoras e antioxidantes e que protegem a pele dos radicais livres, como o óleo de semente de girassol, rico em Vitamina E.


Por isso tudo ele é mais do que é um hidratante, é um creme de nutrição multifuncional. É natural, cruelty-free, com ingredientes orgânicos certificados e livre de todos os suspeitos de toxicidade para a saúde humana e ao meio ambiente. Não é uma fórmula vegana (um dos únicos da Weleda que não é) pois contém lanolina (ação emoliente), e cera de abelha, que cria uma barreira protetora natural sobre a pele. No entanto, ambos os ingredientes passam por processo de extração sustentável rastreada por certificadoras que fornecem selos, caso do Natrue.

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